

Mesquita Hassan II - o mais alto minarete do Marrocos
O que eu achei interessante na religião islâmica é que as pessoas vão ao templo para ter um momento sozinhas com Deus. Não existe ninguém pregando - padre, pastor, reverendo, seja lá o que for. O Imam, que seria a figura do padre, não participa necessariamente das orações. Ele apenas convoca os fiéis através de alto-falantes. Eu entrei na mesquita no horário da oração, o que é proibido para não-mulçumanos. Mas o cara na portaria me deixou entrar mesmo assim porque dessa forma ele poderia embolsar o dinheiro da entrada (100 dirahns, o que dá mais ou menos 10 euros). Marroquino é assim: quer ganhar dinheiro de qualquer maneira. Claro que ele não podia deixar os outros turistas branquelos entrar porque ia dar muita bandeira, mas eu, com minha cara de árabe, não criaria problema pra ele. Foi bom... pelo menos eu não tive que esperar até as 14 pra poder entrar.
Medina
Como eu já disse, a medina de Casablanca me deixou desapontado. Esse é um dos motivos que fazem eu ter apenas três fotos dela. O segundo motivo é que eu estava com medo de ficar mostrando câmera e deixando claro que eu era turista.
Hospedagem
Em Casa eu fiquei na casa do Erwan, um CSer francês que dá aulas para crianças na escola francesa da cidade e DJ nas horas vagas.
Tajine: prato típico marroquino preparado pela namorada de Erwan. Hummmm!!!
Fim da estadia em Casablanca, agora com rumo a Marrakech. A viagem é pelo tradicional Expresso Marrakech, usado pelos hippies na década de 60 para chegar à cidade.
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2 comentários:
A mesquita é realmente linda, Uli, mas esse seu lado de subornar as pessoas me era desconhecido, hahahahahhahahahahah
Ulisses! É o Bruno preto do CS. Que viagem maravilhosa essa sua. Justamente em países que eu tenho curiosidade de conhecer. Continue postando que estou acompanhando!
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